Julgamento do Habeas Corpus de Lula AO VIVO no STF
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Esquerdista ameaça colocar fogo em Outdoor - Homenagem a Bolsonaro em Pernambuco
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Após o uma enxurrada de críticas após fazer convite de mutirão para atiar fogo em outdoor instalado na cidade de Afogados da Ingazeira-PE no dia 16/01, Sertão, o jovem José Alberto Júnio removel de sua linha do tempo do Facebook o convite, e logo após fez uma nota de esclarecimento que não esclareceu o tamanho da intolerância contra o dep. Jair Bolsonaro, e futuro pré-canditado á presidância do Brasil e seus simpatizantes. Após blogs como o Mais Pajeú e outros anunciarem tal ato de violência encabeçado pelo vulgo Juninho, seus amigos se Facebook estão chamando-os de Fake News, mas nada de mentira foi contato, apenas os fatos foram contados sem acrescimo de nenhuma virgula, esta foi a nota de esclarecimento do mesmo:
NIÓBIO CASH, UMA CRIPTOMOEDA BRASILEIRA - Alguns chamando de Moeda Bolsonaro
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DO BYTECOIN AO BRASIL
“(o NBR) tem atraído muitas pessoas interessadas em entender o que é uma criptomoeda. Optamos pela segurança de um código já robusto, que está rodando há alguns anos.”
UMA RIQUEZA BRASILEIRA
“(…) resolvemos partir para um diferencial de vincular a moeda à pesquisa das potencialidades das riquezas do país, em especial o nióbio. 50% da arrecadação líquida (da mineração da criptomoeda) será para esse propósito. (…) a proposta do Nióbio Cash é ser a porta de entrada do brasileiro no mundo das criptomoedas e, em conjunto, ajudar a divulgar e valorizar as riquezas naturais do país. Esse aspecto nacionalista da moeda, utilizando a bandeira nacional, é um diferencial.”
O MERCADO DA CRIPTOMOEDA NIÓBIO CASH
“Um dos apoiadores do Nióbio Cash me passou hoje o contato com a Braziliex. Tive uma conversa com eles e me pareceram bem interessados. Depois do Kriptacoin, fica todo mundo com um pé atrás com moedas brasileiras. Então, no contato inicial, o que procurei mostrar é que o Nióbio Cash é uma moeda de verdade e não golpe ou pirâmide”.
“Quanto mais bagunçado o governo, mais importante é a invenção da criptomoeda. Ela possibilita que as pessoas se defendam da irresponsabilidade dos governos. Isso é o mais importante. E o primeiro país que criar ou adotar uma criptomoeda com parâmetros honestos e permitindo claramente a sua aceitação de maneira geral, irá sair em vantagem.”
Lula diz querer ser inocentado para se candidatar: 'Vou brigar até as últimas consequências'
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O ex-presidente, que vem fazendo uma caravana por vários estados numa espécie de pré-campanha, disse que seria uma "leviandade" brigar para ser candidato ao Palácio do Planalto, mas reafirmou sua intenção de concorrer. Caso o TRF-4 confirme a condenação imposta em primeira instância, o ex-presidente fica enquadrado na Lei da Ficha Limpa e só poderá concorrer se tiver um efeito suspensivo. O PT já manifestou a intenção de recorrer quantas vezes forem necessárias para garantir que o nome de Lula apareça nas urnas no ano que vem.
Chances de Lula concorrer em 2018 diminuíram, diz Eurasia
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Fim da linha?
Conselho de Ética da Câmara arquiva representações contra Eduardo Bolsonaro
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O Conselho de Ética da Câmara arquivou hoje (7) as duas representações movidas pelo PT contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). As representações envolvem atos praticados contra o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) por ocasião da votação da admissibilidade do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Os relatores apresentaram pareceres favoráveis ao arquivamento das representações por entenderem que não houve quebra de decoro. Os pareceres foram aprovados pelo colegiado.
Na outra representação, o PT acusa o deputado Eduardo Bolsonaro de ter cuspido intencionalmente nas costas de Wyllys no dia 17 de abril de 2016, por volta das 21 h, durante a sessão de votação da admissibilidade do processo de impeachment.
Ao analisar a representação, o relator deputado João Marcelo Souza (PMDB-MA) entendeu que não houve quebra de decoro e que foi uma reação a um ato de Wyllys, que cuspiu antes no pai dele, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). O parecer foi aprovado por 11 votos, com uma abstenção.
No Recife, Bolsonaro diz que não é homofóbico e que combaterá rótulos
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De passagem relâmpago pelo Recife nesta terça-feira (30), o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) reforçou a intenção de disputar a presidência da República em 2018 e disse que vai trabalhar para desfazer a imagem que parte da população tem sobre ele.
"Vamos, ao longo do tempo, independente de campanha política ou não, desfazendo esses rótulos que botaram em mim. 'Ah, não gosta de mulher'. Por que não gosta de mulher? Onde eu falei que não gosto de mulher? Falam que sou homofóbico. Onde eu falei que sou contra gay? Sou contra o material escolar (ele chamou o material Escola sem homofobia, do governo federal, de "kit gay"). Ah, o cara é racista. Meu sogro é o Paulo Negão, aqui de Crateús, no Ceará. Sou contra as cotas. Por que tem cota para afrodescendente e não para nordestino? Como regra, são dois povos sofridos. O governo do PT sempre apostou na divisão de classes para, ao dividir, nos enfraquecer e continuar no poder", afirmou.
Questionado por uma repórter, ele também declarou que não enxerga a mulher como inferior aos homens no mercado de trabalho.
"O jornal inventou isso aí, botou lá. Em uma entrevista que fizeram comigo me perguntaram por que a mulher ganha menos no Brasil e eu falei o porquê segundo a visão dos empresários e do IBGE e botaram na minha conta. Era um jornal chapa-branca, quem mandava lá era o Tarso Genro (PT-RS) e o jornal fez essa covardia comigo e eu tenho que me explicar em tudo o quanto é lugar que para mim não tem diferença da mulher e do homem no mercado de trabalho. Tem competência, ganha mais. Não tem, ganha menos", respondeu.
Defensor da renúncia do presidente Michel Temer (PMDB), Bolsonaro disse que não acredita que o peemedebista irá abdicar do cargo.
"Na política, lamentavelmente a maioria dos políticos trabalha para si. Se o Temer renunciar ao mandato fica como uma pessoa normal, sem foro privilegiado e pode receber uma sentença de prisão da primeira instância a qualquer momento e por isso ele não vai renunciar", avaliou.
De acordo com Bolsonaro, o impeachment dificilmente deve se concretizar. Já em relação ao julgamento da chapa Dilma Rousseff (PT)-Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o deputado disse que não arriscava nenhum palpite.
Jair Bolsonaro reforçou que é contra as eleições diretas caso Temer deixe o posto de presidente da República.
A VISITA
A passagem de Bolsonaro pelo Recife nesta terça ocorreu devido ao sepultamento do ex-jogador do Santa Cruz, Sebastião Tomaz de Aquino, conhecido como “Paraíba, o Canhão do Arruda”, sobrevivente do atentado terrorista ocorrido no Aeroporto Internacional dos Guararapes em 25 de julho de 1966. O corpo do ex-jogador foi no Cemitério de Santo Amaro, na área central da capital pernambucana, local onde Bolsonaro conversou com os jornalistas."Sebastião Tomaz era um guarda civil e estava no aeroporto aguardando o general Costa e Silva, que estava vindo fazer campanha, alguns falam em Ditadura, mas o general tava vindo fazer campanha junto à bancada de parlamentares porque a eleição era indireta naquele momento. Foi um ato terrorista. Eu conheci o Sebastião há um ano e pouco atrás, fiz amizade especial com a filha dele e resolvi passar por aqui. Ele foi ferido por uma bomba da Ação Popular, da esquerda brasileira, essa esquerda que diz que lutava por democracia”, declarou Bolsonaro.
Durante a visita ao Recife, policiais militares que estavam nas proximidades do cemitério de Santo Amaro pediram para tirar fotos com Bolsonaro."Fonte: Jornal do Commercio Online"
STF autoriza Polícia Federal a interrogar Michel Temer
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O presidente da República, Michel Temer, será interrogado pela Polícia Federal no inquérito em que é investigado, referente à gravação de conversa entre ele e o empresário Joesley Batista, da JBS, no último dia 17 de maio. O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que o presidente deve responder às perguntas dos policiais dentro do rito do inquérito. As perguntas poderão ser encaminhadas por escrito, e o prazo para respostas será de 24 horas.
A divulgação da decisão de Fachin autorizando o interrogatório é mais uma situação de fragilidade para o governo Temer faltando poucos dias para o julgamento sobre a chapa eleitoral que o elegeu vice-presidente, em 2014, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Também chega em um momento de tumulto, com a recusa do ex-ministro da Justiça, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), de assumir o ministério da Transparência e de muitas indefinições sobre o apoio de parlamentares ao Executivo.
Os deputados João Arruda, Hermes Parcianello e Sérgio Souza – todos do PMDB do Paraná – não estariam dispostos a encarar a tarefa.
Obstrução de Justiça
‘Cabeça de juiz’
Prisão de Aécio é uma Aberração, disse defesa do senador
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A defesa do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) alegou inexistência de crime inafiançável por parte do tucano, ao rebater o segundo pedido de prisão feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). "A menos que rompamos de vez com os princípios constitucionais mais caros da nossa República, a decretação de prisão do Senador Aécio Neves é uma verdadeira aberração", afirma a defesa do tucano.
O primeiro pedido de prisão contra Aécio foi negado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), na decisão em que determinou o afastamento da atividade de senador.
Após a PGR recorrer, os advogados Alberto Zacharias Toron, José Eduardo Alckmin e Luiza Vasconcelos Oliver argumentam que a prisão preventiva de um senador só pode ser feita em situação de flagrante crime inafiançável, conforme prevê a Constituição, e alegam que não houve flagrante de nenhum dos três crimes pelos quais o senador é investigado no Supremo - corrupção passiva, obstrução de investigação relacionada a organização criminosa e participação em organização criminosa.
Em relação ao crime de corrupção, a defesa diz que, se houve, teria sido consumado no dia em que o senador teria pedido vantagem indevida ao empresário Joesley Batista, em 24 de março, data em que foi gravado pelo delator, sócio do Grupo J&F. O recebimento do valor por uma terceira pessoa não permitiria a leitura de que houve flagrante por parte de Aécio, segundo os advogados.
"Faz-se, então e com todo o respeito, verdadeira ginástica interpretativa para dizer que seria possível, hoje, prender o Agravado em flagrante por uma conduta ocorrida há mais de um mês. Ainda que assim não fosse e que se pudesse falar em 'estado de flagrância' quando do recebimento dos valores indevidos, fato é que, no caso concreto, a entrega do dinheiro não foi feita ao Senador Aécio Neves", diz a defesa.
Quanto aos crimes de participação em organização criminosa e obstrução de investigação a organização criminosa, os advogados dizem que não há flagrante "seja porque os atos praticados pelo Agravado são inerentes à função de Senador, seja porque ele se encontra atualmente afastado do Senado".
Para a defesa, os argumentos da PGR "referem-se, em sua grande maioria, ao posicionamento do Agravado Aécio em determinados projetos de lei", como a anistia ao Caixa 2 e o projeto que modifica a Lei de Abuso de Autoridade. Segundo os advogados, não há nada além do que o "exercício lícito da função parlamentar e da autonomia dos membros do Poder Legislativo. Demais elementos não encontram suporte probatório nos autos".
Os defensores dizem também que, ao contrário do alegado pela PGR, "não há indício nenhum de que o Agravado está embaraçando as investigações 'pela interferência em acordos de colaborações em negociações que possam ser-lhe prejudicais'".
"A conclusão de que estaria 'visando, evidentemente, a evitar que os fatos na sua extensão devida sejam trazidos ao conhecimento do Ministério Público Federal', é fruto de puro achismo ministerial, com todo o respeito", dizem os advogados.
"Diante de todo o exposto, ainda que se superasse a insuperável proibição constitucional de decretar prisão preventiva contra um Senador da República, fato é que não existem no caso concreto os requisitos autorizadores da medida", concluem.
Aécio é investigado no Supremo Tribunal Federal junto com o presidente da República Michel Temer (PMDB) e o deputado federal afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).
Além de responder agora à PGR, a defesa de Aécio também tem um pedido feito ao Supremo para que seja anulada a decisão que o afastou da atividade de senador. Um dos pedidos de Aécio é o de que a investigação contra ele seja separada da do presidente Michel Temer.
A PGR ainda não se manifestou sobre este pedido de Aécio. Só após isso, o relator Edson Fachin deverá liberar para que sejam pautados no plenário do STF os recursos das duas partes."Fonte: Estado de Minas"
Lula é acusado de 10 crimes de corrupção e 44 de lavagem
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Esquema
Defesa
Temer reitera que não renuncia e desafia: ''Se quiserem, me derrubem''
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Temer disse que o ato representaria uma confissão de culpa.
Leia abaixo os principais trechos da entrevista aos editores Fábio Zanini e Daniela Lima e à repórter Marina Dias.
Temer: Tenho demonstrado com relativo sucesso que o que o empresário fez foi induzir a uma conversa.
Folha: Não é prevaricação se o sr ouve dentro da sua casa um empresário relatando crimes?
Temer: Eu fiquei sem graça de não atendê-lo
Folha:Por que não estava na agenda (encontro)? A Lei manda.
Temer: Até pode-se dizer, rigorosamente, deveria constar da agenda. Você tem razão.
Folha: Foi uma falha?
Temer: Foi, digamos, um hábito
Temer: eu nem sabia que ele (Joesley) estava sendo invetigado
Folha: Um assessor do senhor foi filmado correndo com uma mala de dinheiro...
Temer: ..foi tudo montado
Folha: A imagem dele correndo não é montagem
Temer: [irritado] não pera aí, eu vou chegar lá
Temer:Ele é um homem, coitado, de boa índole ( deputado flagrado carregadndo uma mala de R$ 500 mil)
Temer:Agora, mantenho a serenidade: eu não vou renunciar, se quiserem, me derrubem, porque, se eu renuncio, é uma declaração de culpa
Temer: Chamou a atenção de todos a tranquilidade com que ele [Joesley] saiu do país.
Temer: Contaminado por esse fatos? não me contamina, não. Aliás, eu tiro o "se". Porque eu vou continuar.
Folha: Qual a culpa que o sr. tem?
Temer:Ingenuidade. Eu fui ingênuo ao recebe uma pessoa naquele momento
Folha: Empresário grampeador?
Temer:Mas qual o título que ele tem de ter? Coitadinho, ele tem de ter vergonha disso.
Folha:O Rocha Loures não é um João da Silva
Temer:[irritado] Eu sei, você está insistindo nisso
Folha: Até que ponto vale a pena continuar sem força política para aprovar reformas e com a economia debilitada?
Temer: [irritado] Isso é você que está dizendo. Eu vou revelar força política precisamente ao longo dessas próximas semanas com a votação de matérias importantes.
Folha: Em quanto tempo o sr. acha que reaglutina a base?
Temer: Não sei se preciso reaglutinar
Folha: Essa crise atrasou quanto a retomada da economia?
Temer: Tenho que verificar o que vai acontecer nas próximas semanas.
Folha: Como o sr. está sentindo a repercussão de seus dois pronunciamentos, mais incisivos?
Temer: Olha, acho que eles gostaram desse novo modelito [risos]. As pessoas acharam que "enfim, temos um presidente".
Temer recebe ministro da Defesa, Raul Jungmann, que já cogitou intervenção militar
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Único compromisso oficial da agenda desta sexta-feira (19) do Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer (PMDB-SP) recebe o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS-PE), acompanhado por comandantes das Forças Armadas – o restante do dia está reservado para "despachos internos". Anteriormente marcado para às 9h30 da manhã, o compromisso foi transferido para o fim da tarde. As consequências da crise em que o governo Temer mergulhou após a divulgação de que o presidente deu aval para que o dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, comprasse o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, está no centro da pauta da reunião.
O ministro, até o momento, mantém-se no governo, contrariando a tendência majoritária de seu partido, que parece ter rachado em relação às denúncias que atingem Temer. Enquanto o presidente licenciado do partido, Roberto Freire, entregou o cargo de ministro da Cultura, Jungmann anunciou ontem que fica. Na Câmara, o PPS também anunciou que não integra mais a base do governo.
A visão que eles têm da crise atual pode ser assim resumida:
a. Estão fechados com o que diz a Constituição e seu papel por ela definido. Nas suas palavras, nada farão fora do que diz o "livrinho" - nem para por, nem para tirar ninguém. Também não aceitarão ou apoiarão aventuras institucionais de qualquer das partes envolvidas;
b. Entendem, tendo em vista o aprofundamento social e econômico da crise, que cabe aos políticos sua rápida resolução, antes que ela se agrave ainda mais; e
c. Estão preocupados com a perspectiva de, não revertido o quadro de deterioração em curso, se verem convocados a intervir em nome da Garantia da Lei e da Ordem - GLO, art. 142, caput, da CF.
Convenhamos, a conjuntura lhes dá razão quanto ao temor de um descontrole. O crescente desemprego, a recessão, inflação, colapso fiscal de estados e municípios justifica a preocupação. Ademais, a perspectiva inédita de três anos de recessão, associada à vertiginosa perda de legitimidade do sistema político, de corrupção endêmica do governo e de parte do parlamento, somadas a amplas manifestações via redes sociais, torna cinzento nosso futuro.
Esse quadro poderia ser saneado se a política não fosse refém dela própria, como já dissemos anteriormente.""Fonte: redebrasilatual"











